domingo, 5 de dezembro de 2010

COMO ABORDAR CONHECIMENTOS CIENTÍFICOS NAS SÉRIES INCIAIS.

O estudo de ciências deve possibilitar ao aluno ser crítico, participativo e conhecedores de saberes nesta área. A ciência desempenha um papel fundamental na construção da cidadania e na opinião dos alunos.
Há dez anos, quando iniciei como professora das séries iniciais meu trabalho com os alunos na área de ciências, era puramente ler o livro e responder questões sem pensar no mundo a nossa volta. Hoje com o avanço científico e tecnológico, discutimos o efeito estufa o aquecimento global; preucupamos-no com a destruição da camada de ozônio; uso de alimentos transgênicos etc. Assim, é de se esperar que as crianças de hoje, quando estudam ciências na escola, aprendam algo que as ajude a viver melhor no futuro, a construir um mundo no qual, ciências e tecnologia se conciliem com o bem- estar, com a proteção ao meio ambiente e com a melhoria da qualidade de vida.
Porem, ao estudar com os alunos assuntos como o sistema solar, a ciências era dada como definitiva, e de que todos os fenômenos, processos e hipóteses já foram corretos e completamente explicados, sem discutir, ou levar em consideração os saberes daqueles alunos que acreditam na explicação dos fenômenos naturais, a partir de uma crença religiosa. Pois, sabemos que as teorias e métodos humanos não podem ser definitivos.
A leitura do livro A dança do Universo, de Marcelo Gleiser, me levou a pensar que é possível levantar discussões nas séries iniciais sobre conhecimentos científicos, levando o aluno a ser estimulado a questionar os saberes estabelecidos e relacionar o conhecimento ao momento histórico em que foi produzido.
Como formadores de opinião é função do professor desmistificar a ideia de que a ciência é definitiva, mostrando que há limitações para os modelos que ela propõe. Esses modelos podem ser adequados para um determinado momento histórico (cultural, social, econômico, político,) e para o conhecimento científico e tecnológico da época, mas são possíveis de modificações ao longo do tempo.

Um comentário:

Anônimo disse...

NOVO OLHAR SOBRE A MATEMÁTICA, Jornal Beira do Rio, UFPA, Abril 2011,
www.jornalbeiradorio.ufpa.br/novo/index.php/2011/124-edicao-93--abril/1189-novo-olhar-sobre-a-matematica

MÁRIO SERRA - ENGENHEIRO, MATEMÁTICO E AMAZÔNIDA, Jornal Beira do Rio, UFPA, Ano XXVIII Nº 120. Agosto e Setembro de 2014,
http://www.jornalbeiradorio.ufpa.br/novo/index.php/2014/152-2014-08-01-17-25-17/1618-2014-08-04-14-34-28

RENATO PINHEIRO CONDURÚ (Belém-Pa, 25/08/1926 - 23/06/1974), ENGENHEIRO-MATEMÁTICO PARAENSE: INDO DO GUAMÁ ALÉM DO VAL DE CÃES ( solicite por e-mail: jbn@ufpa.br)

ALGUMAS MULHERES DA HISTÓRIA DA MATEMÁTICA E QUESTÃO DE GÊNERO EM C & T.
http://sitiodascorujas.blogspot.com.br/2013/06/mulheres-na-matematica.html

CONSTANTINO MENEZES DE BARROS I - MATEMÁTICO QUE LIGA O PARÁ/BR AOS MAIORES CENTROS DO MUNDO E COMPARÁVEL AOS GRANDES ÍCONES DA HISTÓRIA DA MATEMÁTICA (II a V não publicados, disponível por e-mail), (Óbidos-Pa, 19/08/1931, Rio de Janeiro-RJ, 06/03/1983), Ex-Docente UFF e UFRJ,
www.chupaosso.com.br/index.php/obidos/educacao/2149-vida-e-obra-de-constantino-menezes-de-barros

PROFESSORA SANTANA: Candidata a Melhor Docente do Ensino Básico Paraense, Blog Chupa Osso, 23 Junho 2013, www.chupaosso.com.br/index.php/obidos/educacao/2453-proessora-santana-candidata-a-melhor-docente-do-ensino-basico-paraense

SABER MATEMÁTICO E CULTURA INDÍGENA, blogue da AICL, 20 de Setembro de 2011,
http://coloquioslusofonia.blogspot.com.br/2011/09/saber-matematico-e-cultura-indigena.html

PAIRÉ CAMETAENSE: UMA BELA OBRA EM MATEMÁTICA E ENGENHARIA (não publicado, disponível por e-mail: jbn@ufpa.br)

CONHEÇA MARIA LAURA MOUZINHO LEITE LOPES, UMA DAS PRIMEIRAS DOUTORAS EM MATEMÁTICA DO BRASIL!,
http://encontrodejovenscientistas.com/2015/02/02/conheca-maria-laura-mouzinho-leite-lopes-uma-das-primeiras-doutoras-em-matematica-do-brasil/

NASCIMENTO, J.B., GOMES, S.C. L., MAGNO, C. S. E MOREIRA, A. M. S. , CICLOIDE E BRAQUISTÓCRONA, www.sobralmatematica.org/preprints/preprint_2015_01.pdf, acesso fev/15