domingo, 5 de dezembro de 2010

COMO ABORDAR CONHECIMENTOS CIENTÍFICOS NAS SÉRIES INCIAIS.

O estudo de ciências deve possibilitar ao aluno ser crítico, participativo e conhecedores de saberes nesta área. A ciência desempenha um papel fundamental na construção da cidadania e na opinião dos alunos.
Há dez anos, quando iniciei como professora das séries iniciais meu trabalho com os alunos na área de ciências, era puramente ler o livro e responder questões sem pensar no mundo a nossa volta. Hoje com o avanço científico e tecnológico, discutimos o efeito estufa o aquecimento global; preucupamos-no com a destruição da camada de ozônio; uso de alimentos transgênicos etc. Assim, é de se esperar que as crianças de hoje, quando estudam ciências na escola, aprendam algo que as ajude a viver melhor no futuro, a construir um mundo no qual, ciências e tecnologia se conciliem com o bem- estar, com a proteção ao meio ambiente e com a melhoria da qualidade de vida.
Porem, ao estudar com os alunos assuntos como o sistema solar, a ciências era dada como definitiva, e de que todos os fenômenos, processos e hipóteses já foram corretos e completamente explicados, sem discutir, ou levar em consideração os saberes daqueles alunos que acreditam na explicação dos fenômenos naturais, a partir de uma crença religiosa. Pois, sabemos que as teorias e métodos humanos não podem ser definitivos.
A leitura do livro A dança do Universo, de Marcelo Gleiser, me levou a pensar que é possível levantar discussões nas séries iniciais sobre conhecimentos científicos, levando o aluno a ser estimulado a questionar os saberes estabelecidos e relacionar o conhecimento ao momento histórico em que foi produzido.
Como formadores de opinião é função do professor desmistificar a ideia de que a ciência é definitiva, mostrando que há limitações para os modelos que ela propõe. Esses modelos podem ser adequados para um determinado momento histórico (cultural, social, econômico, político,) e para o conhecimento científico e tecnológico da época, mas são possíveis de modificações ao longo do tempo.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Amizade Nossa de Cada Dia

Reflexão do projeto Amigo Nosso de Cada Dia

Pensando na trajetória escolar vivenciada pelos alunos do 9º ano da Escola Municipal de Angical, povoado de Irecê-Ba, foi elaborado um projeto com o tema “amizade”, envolvendo as disciplinas, língua portuguesa, filosofia e artes, para discutir a importância da amizade entre o grupo, sendo que a maioria dos alunos estão juntos das séries iniciais ao 9º ano, após o término desse ano letivo eles irão estudar na cidade de Irecê, em escolas diferentes, turno opostos, cada um vai seguir um rumo diferente. Dentre as atividades escolhidas para trabalhar no projeto foi pensado o filme Narradores de Javé, que conta a história de um pequeno vilarejo situado no nordeste baiano sem registro, sem documento que comprovasse sua existência, sua história. De repente um, grupo de empresários aparece do nada, querendo construir uma usina hidrelétrica, esse empreendimento ocuparia quase todo o lugar. Nesse momento o povo de Javé fica desesperado, quando descobriram que não existia nenhum documento para recorrer e brigar pela existência de sua história. Diante disso, eles escolhem uma pessoa o Pedro Biá, personagem vivido pelo ator José Dumont para escrever a história do lugar atrevés do relato das pessoas, pois, era a única pessoa que sabia ler e escrever no povoado, O filme foi usado na sala de aula para pensar sobre a importância do registro e as memórias de cada um. Os alunos irão construir um livro de memórias contando as memórias individuais e coletivas da turma, durante o período que estiveram juntos, vão pensar também o resgate das memórias como parte fundamental na construção de sua identidade.
Foi elaborada uma seqüência didática com o filme em forma de webquest, segue o link
http://www.webquestbrasil.org/criador/usuario.php?PHPSESSID=ehg1akhr5pt50k8m3dgepi86h7

domingo, 7 de novembro de 2010

USO DAS TECNOLOGIAS NA ESCOLA

SÍNTESE DOS TEXTOS

Subjetividades, tecnologias e escolas. Os espaços/tempos do cotidiano escolar e os usos das tecnologias. Carla Imenes
“Cabeças digitais” um motivo para revisões na prática docente. Rosane de Albuquerque dos S. Abreu.



Para a autora Carla Imenes, não é possível representar a realidade de uma só maneira, pois, cada sujeito se apropria desses espaços interagindo e transformando a realidade em vivências coletivas e significados diferentes. As escolas e as relações estabelecidas com objetos ali presentes e toda comunidade escolar constitui em múltiplos espaços para os sujeitos que convivem nesses espaços.
A contemporaneidade concebe o tempo e o espaço como independente do homem, mas fica claro que o tempo é diferente para cada pessoa, para Carla o termo espaço/tempo é utilizado para representar a relação interior que fazemos com o uso das tecnologias nos espaços tempos escolares, os diferentes saberes que são representado no contato com outras pessoas nas diferentes tic.
É preciso lembrar que as tecnologias fazem parte do cotidiano escolar e que tanto professor quanto aluno têm feito usos das mesmas, é preciso que a escola receba as tic com objetivo de mudar a forma como se ensina, a internet é um meio de acesso livre a todos, dessa forma, percebe-se que os alunos chegam à escola às vezes mais informada do que o próprio professor deixando-o desconcertado com a sensação de que os alunos sabem mais do que eles.
As tecnologias são importantes para reesignificar à prática pedagógica e incentivar os alunos a ter uma nova visão das aulas nos espaços/tempos escolares, mas é preciso que o professor busque uma nova aprendizagem tanto do saber usar os maquinários como para fazer uso das ferramentas em diferentes conteúdos.
As tecnologias proporcionam muitos benefícios, cursos são disponibilizados a milhares de pessoas que não teriam oportunidade de cursar universidades tradições. A facilidade de realizar a formação profissional é bem maior miutas vezes no próprio ambiente de trabalho, através de seminários, conferências eletrônicas etc. As escolas também são convidadas a manter investimentos nos seus profissionais esta é a pressão do mercado já que os alunos deverão ser preparados para o mundo, ou seja, para o mercado de trabalho. Diante de tantas exigências com o uso das tecnologias nas escolas, os professores precisam quebrara tabús para vencer as barreiras no mundo virtual, inovar sua prática e criar uma nova escola, aquela que seja capaz de formar o sujeito para viver em num mundo totalmente virtual.
Trazer as tecnologias para dentro da sala de aula, permite pensar a prática pedagógica de forma inovadora e criativa, colocando os alunos no mesmo patamá em que estão inseridos no contexto de mundo com a internet,celular televisão cada vez mais potente, jogos eletrônicos etc.
O filme Entre os Muros da Escola retrata bem esta questão, quando o professor François vive vários conflitos dentro da sala de aula, um deles é não conseguir despertar o interesse dos alunos pela matéria estudada, a relação professor aluno fica cada vez maiscomplicada porém,no momento em que os alunos vão para o laboratório de informática é visível a mudança no comportamento em relação o gosto pelo que estão fazendo. Nesse momento talentos são revelados, os alunos demostram que sabem muito através do uso do computador, comprovando a importância das tecnologias na sala de aula.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

PLANILHA DO PROJETO DIGITAL

Planilha do projeto digital se encontra neste link:

http://www.4shared.com/file/160992322/5b99fb11/projeto_quiosque_digital.html

Para baixá-la, clique em "Download now", espere alguns segundos e clique em "Click here to download this file" (esse texto vai aparecer depois de uns segundos).

PROJETO KIOSQUE DIGITAL NA PRAÇA

PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES-MUNICIPIO DE IRECÊ CURSO DE PEDAGOGIA- ENSINO FUNDAMENTAL/ SÉRIES INICIAIS – CICLO TRÊS 2009.2
GEAC DE INCLUSÃO DIGITAL PROJETO KIOSQUE DIGITAL NA PRAÇA
PROFS. MARIA HELENE S. BONILLA, SULE SAMPAIO E ARISTON EDUÃO
CURSISTAS : SIRLEIDE ARAUJO MOREIRA, RIZOLENE PEREIRA, CLAÚDIA, JUCÉLIA FERREIA
MARIA LEIDE E ROSA AMÉLIA
PROJETO: KIOSQUE DIGITAL NA PRAÇA
INTRODUÇÃO:

A sociedade contemporânea está vivendo um período marcado pelas tecnologias digitais da comunicação e informação. Porém a mesma não tem oportunidade de participar ativamente das tecnologias digitais que é uma gama de conhecimentos, estamos inserido num novo e revolucionário contexto social, cultural, contudo, a precariedade da apropriação e do uso dessas tecnologias é elevada. A expectativa está em torno das políticas públicas para dar subsídio às comunidades, investindo nas infra- estruturas de informações no processo de aprendizagens, através dos acessos que são disponibilizados na internet e do uso das ferramentas para produzir conhecimentos.

Para Afonso, os saltos de modernização são realizados em função das elites- beneficiárias diretas e freqüentemente únicas do desenvolvimento. O salto tecnológico para a sociedade do conhecimento não é diferente, no entanto, talvez ainda haja tempo de torná-la mais justa, já que no mínimo é inevitável. (AFONSO, 2000).
Pensar em uma sociedade digital é pensar em um contexto no qual, a população possa ter direito de usufruir das tecnologias digitais presente na atualidade, quando a população luta pelo os seus direitos essas barreras pode ser vencidas, esse quadro pode ser revertido com iniciativas eficientes de envolvimento político, criando ações que favoreçam as classes menos favorecidas. A injustiça social tende a diminuir.

Diante dos estudos e discussões realizadas pelo grupo, chegamos a conclusão que, está incluído digitalmente é ter acesso a rede e o domínio das ferramentas de comunicação e informação e acesso a internet.


JUSTIFICATIVA:
Embora a forma de organização da sociedade em redes tenha existido em outros tempos e espaços, o novo paradigma da tecnologia da informação fornece a base material para sua expansão penetrante em toda a estrutura social. (CASTELLS,1999, P.565).

Fazemos parte de uma sociedade cada vez mais tecnológica e informatizada, e esse contexto nos conduz à busca pela inclusão. Muito tem se falado e investido em inclusão digital no Brasil e no mundo, inclusive nas cidades digitais, que visam oferecer serviços e atendimento público social à população, porém, alguns desses projetos deixam dúvidas em relação à sua aplicação. Para Gomes, inclusão digital é dar oportunidades às comunidades de se inserirem na sociedade da informação como agentes participativos com habilidades técnicas de manusear os ambientes. Conhecimentos é a chave dos programas que vem obtendo sucesso. Tem que ter o computador, acesso a internet, softwares adequados e, principalmente, orientação e não apenas aula de informática. (GOMES, 2002, P.4).

Diante dessa situação em que a sociedade se encontra, faz-se necessário criar um projeto pensando na inclusão digital da população rural do Distrito Vila de Angical, situado à 16km da cidade de Irecê-BA, com população de aproximadamente 5.000 habitantes, que vivem basicamente da agricultura, sendo que grande parte da população é diarista nas irrigações dos latifundiários. É um povoado de pessoas humildes com pouca escolaridade, tem pouco acesso a cultura, os jovens na sua maioria concluem o ensino médio e por falta de oportunidade alguns vão para os grandes centros urbanos enquanto isso, outros seguem a profissão dos pais.

Decidimos então elaborar o projeto Kiosque Digital na Praça com o desejo de oferecer a essa população um ambiente de socialização, participação, entretenimento. Concluímos que a inclusão digital perpassa por esses caminhos e por outros mais relevantes.

OBJETIVOS:
- Propiciar à comunidade de Angical o acesso a internet como fonte de pesquisa e possibilidades de divulgar os conhecimentos e a cultura local através de criação de ambientes online;
- Promover o contato mais próximo entre as pessoas, para a partir dele criar uma rede de interação social que promova o contato digital entre os grupos;
- Quebrar a barreira tecnológica entre o homem e a máquina;
- Possibilitar o uso da informação para melhorar a qualidade de vida, e caminhar para a inclusão social.

METODOLOGIA:
O projeto Kiosque Digital procurará atender o que propõem com o objetivo de democratizar a cultura digital. A professora Maria Helena Bonilla alega que:

Em vista disso, consideramos a escola como locus primeiro e natural dos processos de inclusão digital,entendida como formação de cultura digital, uma vez que se constituem ela em espaço, de inserção, dos jovens na cultura de seu tempo e o tempo contemporâneo está marcado pelos processos digitais.

Assim sendo, esse projeto será desenvolvido em um espaço público (a Praça de Angical) gerenciado e avaliado pela comunidade, uma vez que, através de reuniões periódicas previamente agendadas com os “produtores” do projeto (professores- cursistas da UFBA).
Os professores-cursistas organizarão um cronograma que será atendido em rodízio, selecionar 09 (nove) voluntários que serão responsabilizados pelo gerenciamento do Kiosque Digital durante uma quinzena, os quais, ao final desta, serão convocados para uma nova reunião, onde será avaliado todo o trabalho desenvolvido e bem como, será feita a escolha de mais 09 (nove) voluntários, tudo isso com registro em atas de relatórios.

O Tabuleiro Digital através de oficinas oferecerá cursos, a exemplo, manutenção de micros e instalação software, com isso, a comunidade será capacitada, assim, quando alguém quiser ser um dos voluntários para gerenciamento, ele próprio pela manutenção das máquinas. Quanto ao tempo de permanência de cada usuário, será determinado por ele próprio, mas para que exerça tal autonomia, os professores cursistas como coordenadores do projeto promoverão palestras sobre a inclusão digital de como melhor aproveitar do que o projeto oferece.
Assim, o Kiosque Digital estará provendo a democratização da inclusão digital, bem como, promovendo a consciência cidadã, ética, intelectual, social e moral do cidadão e da cidadã de Angical.


ATIVIDADES:
Pré- implementação:

-Elaboração do projeto
-Aquisição do terreno
-Pesquisar outros projetos para construir o nosso
Monitoria do projeto as cursistas que o elaborou
Descobrir através de pesquisas na internet como é possível adiquirir a torre GESAC.

Implementação:

-Construção do espaço
-Aquisição dos equipamentos
-Grade de horários de acesso
-Contratação dos monitores.

Pós Implementação:

-Pretendemos promover a inclusão digital da comunidade de Angical; possibilitando o uso gratuito da internet através da implantação do projeto Kiosque Digital.






REFERÊNCIAS:
AFONSO, C. A. Internet no Brasil: O acesso para todos é possível? Disponivel em: Policy Paper- ILDESFE; Friedrich- Ebert-Stiftung, n. 26, setembro de 2000. Acesso em 11 de nov. de 2009.

CASTELLS, Manoel. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra 1999. Acesso em 13 de nov. de 2009.

GOMES, Elizabeth. Exclusão digital: Um problema Tecnologico ou Social? Trabalho e Sociedade. Rio de Janeiro. Ano 2- nº

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

PALAVRA ESCRITA II

Ensinar a ler e escrever não é uma tarefa fácil, mas necessária e quanto mais experiências tiverem os educadores melhor será a prática; por isso, andamos sempre em busca de novos conhecimentos principalmente para descobrir como as crianças aprendem.

Entretanto, trazer para a sala de aula diferentes gêneros textuais ajudam no processo de alfabetização das crianças, na atividade alfabetização II com as professoras Regina Gramacho e Lícia Beltrão fortaleceu essa ideia, trazendo para a discussão o estudo com poemas, conto, verbete de dicionário receita músicas, e muitos outros. Brinquei com as palavras atreves da intertextualidade, transformei o poema “ A casa” de Vínicius de Morais em um anuncio de jornal; levei a ideia para a minha sala de aula os alunos adoraram.

Permitir que as crianças tivessem contato com alguns diferentes gêneros textuais, favorece o desenvolvimento dos componentes leitores e escrito de cada uma. Os mesmos quando são trabalhados, se tornam um instrumento de compreensão da língua desde que o objetivo esteja na perspectiva de formar cidadãos que lêem e escrevem bem.

INCLUSÃO DE PESSOAS COM NECESSIDADE ESPECIAL

Falando de inclusão de pessoas com necessidades especiais vale ressaltar, que esse é um tema que atingi todas as camada da sociedade, torna-se necessário refletir, numa perspectiva critica essa questão. Pensar em inclusão de pessoas com necessidades especiais; tem sido um desafio pois, a sociedade não está preparada para receber os mesmos. Nunca o tema de inclusão de crianças deficientes esteve tão presente no dia-dia da educação, entretanto é difícil encontrar professores que estejam preparados para receber essa classe de estudantes o desfio implica mudar a escola como um todo, no projeto pedagógico, na postura diante dos alunos e em sua filosofia.

Na atividade educação especial, trazida pelo professor João Danilo eu pude refletir o quanto essa realidade está distante professor ensinou algumas técnicas de como trabalhar os alunos com necessidades especiais. Para a revista Nova Escola (2003,p. 43) “valorizar as peculiaridade de cada aluno na escola, incorporar diversidade, sem nenhum tipo de distinção”.

Não é apenas aceitar a matricula desses alunos, mas é oferecer serviços complementares, adotar práticas criativas na sala de aula, mudar o perfil da escola.

INCLUSÃO DIGITAL

Inclusão digital, assunto bastante discutido nos dias atuais, a professora Maria Helena Bonilla, possibilitou ao grupo do GEAC (grupo de estudo acadêmico) de inclusão digital realizar estudos e discussões que nos levassem a refletir sobre essa problemática; a partir disso, passei a pensar a vida por outra ótica.

A sociedade contemporânea vem sendo marcada pela presença das tecnologias de informação e comunicação. Desse modo, é preciso pensar educação no contexto digital, visto que, em uma era informatizada, os alunos querem interagir com o novo. Para isso, é preciso que a escola se mobilize, pensando e discutindo projetos que possibilitem o acesso, principalmente à sociedade mais carente, sem esquecer que é preciso que os governantes criem políticas públicas que atendam à essas necessidades.

O grande desafio é pensar em inclusão digital como treinamento para usar a máquina, acesso e capacidade de produzir conhecimentos, trabalhar e se relacionar.Pude observar através do mapeamento que fiz com a revista Arede, os inúmeros projetos importantes espalhados por todo o Brasil. São iniciativas fantásticas, como exemplo, o Educarede que está presente em seis países da América Latina e tem como objetivo intermediar e criar novos projetos que fortaleçam a educação através da inclusão digital.

ENTRE OS MUROS DA ESCOLA

Durante as aulas de orientação, assistir ao filme Entre os muros da escola que mostra o contraste entre a profissão mais importante do mundo a do educador e sua complexidade. O filme mostra, durante um ano, a vida de um professor em uma sala de adolescentes numa escola em Paris; a turma é mesclada com a multiculturalidade dos grandes centros urbanos. François é um professor jovem que dá aulas de francês em uma turma de nível médio e não hesita em enfrentar Esmeralda, Souleymane, Khoumba em uma disputa verbal. A primeira imagem mostra o professor numa calmaria antes de entrar na sala, mas o que acontece lá dentro é uma verdadeira tempestade. A cena em que a mãe de Souleymane é chamada na escola para tomar conhecimento das atitudes do filho, sua mal criação e falta de respeito com o professor que, em alguns momentos, perde o controle chamando duas alunas de vagabundas e com isso, desencadeia novas atitudes rebeldes dos alunos, me remeteu à palestra pensando a escola e família a partir do século XX trazida por Ivan Farias.

Nesse período, a escola produzia conhecimento, e a família valores, respeito e normas. A partir da segunda metade do século XX, tanto a família quanto a escola vai perdendo seus papéis fundamentais e com isso, tem acarretado uma série de implicações entre as duas. Nesse novo contexto escolar, os professores não esperam muito dos alunos, estes não esperam muito dos professores e a família não espera muito da escola.
O ano escolar acontece sob o olhar atento dos espectadores com seus risos, seus gritos, suas dúvidas e seus conflitos. Embora o filme seja adaptado a uma escola francesa, qualquer professor ou aluno do mundo todo pode se reconhecer entre os personagens.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

OS GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA

São muitos os gêneros textuais disponivel para trabalhar os comportamentos leitores e escritores das crianças. Cada gẽnero tem sua forma específica de se trabalhar mas todos levam a formação leitora e escritora do sujeito. Ao trabalhar com turmas de alfabetização são muitas as possibilidades que cabem a esse grupo a exemplo das parlendas, adivinhas, cantigas de roda, poesia, listagem etc. Escolhir trabalhar com minha turma do 2º ano fundamental I, uma poesia, por ser um texto bastante atraente especialmente os que tem rimas é um texto que mexe com as emocões de adulto e criança prém, cabe ao professor possibilitar que os alunos exercite os comportamentos leitores e escritores. Além de desenvolver essas habilidades eles aprendem a extruturar poesia, fazer rimas, usar a letra maiúscula no início da frase, recitar poesia, identificar o autor e sua biografia, revisar texto, perceber os recursos linguísticos em poesia de autores diferentes.
Para que tudo isso seja possível é necessário que o professor use as possíveis estratégias: Oferecer diversoa textos para que o aluno se familiarize e desperte o gosto para leitura e escrita comparar vários gêneros para perceber a diferença entre eles, observar diferentes palavras com sons e terminações parecidas, analisar na poesia palavras que comecam com letra maiúscula e discutir a partir daí o porquê das letras maiúsculas. O professor deve informar ao aluno que a leitura da poesia é diferente de outro gẽnero a partir da explicação, organizar rodas de leituras, na qual, os alunos irão recitar várias poesias, pesquisar na internet em livros ou revistas biografias dos autores das poesias trabalhada, organizar seminários para apresentar as pesquisas para a turma. Na revisão dos textos podem ser coletivo ou individual sendo que, no coletivo o professor expoem um texto produzido individual ou em dupla e analiza questões selecionadas de acordo com a necessidade da turma como ortografia , letra maiúscula pontuação etc. Levando o aluno a refletir sobre seus erros e novamente refazer o texto. Para que o aluno esteje atento aos aspectos linguísticos é necessário ter contato com diferentes poesias de autores diferentes.
Vale resaltar que os gêneros quando são trabalhados, se torna um instrumento de compreenção da língua, desde que o objetivo esteja na pespectiva de formar cidadões que lêem e escrevam com fluência.

LEITE DERRAMADO

Conhecer a literatura brasileira é conhecer a história do Brasil suas riquesas,suas mazelas, seus encantos, suas artes, é conhecer um pouco mais do contexto.Através do estudo do livro O leite derramado em que o autor Chico Buarque de uma forma brilhante expoem mais de um século de história com a narrativa contada por um senhor de quase cem anos de idade,caducando,ele resolve registrar toda a história de sua vida, em um leito de hospital ora lúcido ora delirando o senhor sente a necessidade de deixar por escrito a sua história. Ele se agarra as pessoas que cuidam dele o médico, a enfermeira, sua filha e todas as pessoas que ele tem oportunidade de conversar naquele hospital, a história revela diferentes e importantes épocas que o brasil atravessou. O estudo do livro me fez lembrar o filme Narradores de Javé no qual, as pessoas se viram em um dilema entre o progresso e a perda da identidade pois, uma empresa queria acabar com a vila para construir uma represa, nesse momento os moradores percebem que não há nem um registro que comprove a identidade daquela vila por isso, eles resolvem registrar as histórias da vila e para isso recorrem a oralidade das pessoas.
Na narrativa apresentada no Leite Derramado o senhor teme morrer e não deixar registrado a sua tragetória de vida que compoem a história do país.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

RELAÇÂO ESCOLA FAMÍLIA

Escola e família: parceria ou inversão de papéis Um tema bastante complexo. Qual é o papel da família e qual é o da escola? A escola e a família ao longo do tempo vem trocando acusações, cada uma quer se justificar diante do problema. Não podemos esquecer que estamos vivendo em uma época completamente diferente das anteriores. o mundo contemporâneo tem uma dinamicidade que faz com que as pessoas principalmente jovens e crianças vivam esse movimento com intensidade, por outro lado a escola não consegue fazer esses jovens atuarem como eles atuam lá fora. A família por sua vez vive rotinas sobrecarregadas e os filhos ficam a mêcer de suas proprias experiência.
Acredito que quanto mais houver interação entre família e escola fica mais fácil desenvolver os papéis de cada um.
Parace claro que escola e família não pode nem inverter seus papéis nem renunciar a eles. (MORRETO)

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

A professora Giovana Dantas trouxa discussões maravilhosas sobre a arte em nosso cotidiano. Após muitas leituras sobre o tema ela propos ao grupo que produzisse algo que estivesse presente de alguma maneira em nossas vida. eu e meu grupo grupo pensamos em alguma coisa que fisesse parte de nossa história e que estivesse presente em nosso povoado. Daí surgiu a idéia de construírmos casas de taipa.

Cláudia Neide dos Santos
Rizolene Pereira da Silva
Sirleide Araujo Moreira
CASA DE TAIPA

A casa de taipa é um produto cultural. Feita em pau-a-pique, é fruto de um processo milenar de costrução.
Os portugueses trouxeram-na para o Brasil, quando só havia as ocas dos índios, e a difundiram de norte a sul do país. Feita de barro, pisados e colocados aos supapos entre as grades de madeira, a casa de taipa conserva uma temperatura múito agradável no seu interior. O barro é uma benção de Deus!!
Esse tipo de construção é uma técnica mais usada na zona rural, com recursos disponíveis no local, como flepas de cisal, forquilhas caroá e barro amassado. Essa técnica de construção civil é considerada primitiva pelas elites e até mesmo pelas camadas populares. Esse tipo de construção ficou ligada à miséria. Com o passar do tempo essas moradias perderam as suas características. algumas pessoas recorre a essa tecnica devido a falta de condicões economicas.
Hoje, as pesquisas no campo da arquitetura vem dedicando uma especial atenção às construções da terra. Essas casas tem uma temperatura ambiente muito agradável, pois o barro impede a entrada do calor externo, além de serem esteticamente bem bonitas. Hoje esse tipo de construção é valorizada pelos artistas e se tornou uma relíquia.
Pensamos em fazer uma estrutura com flepas de cisal, sustentada com pregos, e não deu certo. Fizemos então as bases e as laterais de madeira, e sobre a estrutura pregamos flepas de cizal lavrado(corados em pedaços e alizados com uma faca). Aplicamos barro branco amassado sobre uma das casas, e sobre a outra, um barro amarelo. deixamos o formato das portas e janelas. Secaram ao sol.
O telhado foi feito com lata de óleo vazia, cortada em tiras, amassado no formato de telhas. Fizemos a base com uma tira mais fina para compor a cominheira. Pregamos tudo com pregos. Para finalizar, pintamos o telhado com tinta marrom e as portas e janelas com tintaverde.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Cinema Aspirinas e Urubus

O filme retrata a miséria do nordeste, onde duas pessoas se encontram, um fugia da miséria outro da guerra do seu país. Ranulpho um jovem que queria sair do Nordeste para a cidade do rio de Janeiro em busca de uma vida melhor, em sua viagem a pé encontra Johann que fugia da guerra da Alemanha ambos vão em busca de estabilidade e encontra na aspirina trazida da Alemanha pelo Johann uma forma de ganhar dinheiro vendendo o medicamento no brasil. Os sonhos foram interrompido.
O filme mostra que o ser não perde totalmente sua identidade, por mais que Ranulpho quisese fugir da pobreza ele não perdeu sua cultura assim como nós ele buscava ter uma vida melhor. hoje não é diferente muitos nordestinos deixam suas famílias e vão para as grandes metrópolis em busca de melhoria de vida e muitas veses o que encontram são mais dificuldades.
No filme os dois estão em desvantagem social o alemão teve que desfazer dos seus documentos para viver clandistinamente, enquanto o nordestino não aceita sua identidade por causa do sofrimento.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

INCLUSÃO DIGITAL SOFTWRE LIVRE E GLOBALIZAÇÃO CONTRA-HEGEMÔNICA

Joseilda Sampaio Souza
Maria Helena Silveira Bonilla

2º encontro do estudo de grupo inclusão digital 15/09/2009

Podemos compreender que a inclusão digital é uma necessidade nessa sociedade atual, visto que, a cada dia que a exclusão digital aumenta, gera mais exclusão social, sendo assim está inserido neste contexto é fundamental.
O sistema econômico atual está voltado para a individualização ou seja, uma pequena parte da sociedade tem acesso as TICs outra parte fica escluída. A sociedade não vai melhorar com políticas que apenas mata a fome, mas com políticas inteligente que possibilite o acesso real as TICs para que as pessoas que as utilizam sejam produtoras de informações, capazes de melhorarem não só sua realidade mas a de quem estiver a sua volta.
Hoje a sociedade se dividem em duas civilizações as que tem acesso as tecnologias e as que ficam fora delas, essas são maioria. O acesso as tecnologias transformam a sociedade. Entendemos que a maioria da nossa população não faz parte dessa transformação, pois falta oportunidade, investimento que favoreça essa classe excluída, visto que o termo acesso tem se tornado mais comum, exigindo que a gente busque desenvolver essa prática com uma certa urgência para estarmos inserido nessa nova realidade.

EXCLUSÃO/INCLUSÃO:ELEMENTOS PARA UMA DIOSCUSSÃO.

Joseilda Sampaio Souza
Maria Helena Silveira Bonilla

2º encontro do estudo de grupo inclusão digital 15/09/2009

Podemos compreender que a inclusão digital é uma necessidade nessa sociedade atual, visto que, a cada dia que a exclusão digital aumenta, gera mais exclusão social, sendo assim está inserido neste contexto é fundamental.
O sistema econômico atual está voltado para a individualização ou seja, uma pequena parte da sociedade tem acesso as TICs outra parte fica escluída. A sociedade não vai melhorar com políticas que apenas mata a fome, mas com políticas inteligente que possibilite o acesso real as TICs para que as pessoas que as utilizam sejam produtoras de informações, capazes de melhorarem não só sua realidade mas a de quem estiver a sua volta.
Hoje a sociedade se dividem em duas civilizações as que tem acesso as tecnologias e as que ficam fora delas, essas são maioria. O acesso as tecnologias transformam a sociedade. Entendemos que a maioria da nossa população não faz parte dessa transformação, pois falta oportunidade, investimento que favoreça essa classe excluída, visto que o termo acesso tem se tornado mais comum, exigindo que a gente busque desenvolver essa prática com uma certa urgência para estarmos inserido nessa nova realidade.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

O QUE CIDADE DIGITAL?

André Lemos.





Iniciamos o estudo do GEAC inclusão digital no dia 21/08/ às 14:00 com duração de três horas e trinta minutos, com a presença das cursistas: Sirleide, Rizolene, Jucélia Cláudia, Rosa Amélia e Maria Leide
As cidades digitais tem se constituido popderosamente pelo país e fazem parte da vida cotidiana, já é uma grande infra estrutura nos dias atuais. Não são apenas cidade digitalizada mas sobretudo, garantem novas tecnologia de comunicação com mais informação, comunidades virtuais, serviços em geral e acesso público.são cidades planejadas para atender as demandas do mundo contemporâneo, as cidades digitais são sites que criam comunidades virtuais, o Brasil acompanha as tendêndencia mundial.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009